Tarumirim
Em passado não muito distante
Findando os sessenta anos, creio eu
Conheci-te, Pequeno Céu e naquele instante
Algo de mágico me aconteceu.
Teu anoitecer de luzes bruxulantes
Em constante saudoso, com os tempos atuais
Fez calar em mim, apelos fortes e gritantes
Para ficar mais um pouco, conhecer-te mais.
Apesar de tua magia envolvente
Não ouvi e me afastei, indo a outras plagas ter
E tu, esquecido de forma indolente
Esperava paciente, a minha volta acontecer.
Eis-me, humilde a comtemplar tua beleza nata
Costumes solitários que o teu povo conservou
Absorventes a tecnologia, mas conservastes quase intacta
A previlegiada Terra que Deus te presenciou.
As 165 baladas da Matriz
Lembraram dia e noite o teu acontecer
Conserve, meu Pequeno Céu, o teu verde matiz
Faze-o sempre e mais crescer e florescer.
O progresso lhe toma temporariamente alguns filhos
Que partam em busca de um verde dolarizado
Mas sei, esperas constantes, como ao trem aguardam os trilhos
Que são por algum tempo, deixando de lado.
Tu como os trilhos não mudará jamais
Sois um Céu Pequeno e serás sempre assim
O tmpo por certo, escreverá em seus anais
Como é doce viver Tarumirim.
(Autor: Waltair de Souza)
Parabéns
Tarumirm pelos 72 anos completados no dia 31 de Janeiro de 2010.
Em passado não muito distante
Findando os sessenta anos, creio eu
Conheci-te, Pequeno Céu e naquele instante
Algo de mágico me aconteceu.
Teu anoitecer de luzes bruxulantes
Em constante saudoso, com os tempos atuais
Fez calar em mim, apelos fortes e gritantes
Para ficar mais um pouco, conhecer-te mais.
Apesar de tua magia envolvente
Não ouvi e me afastei, indo a outras plagas ter
E tu, esquecido de forma indolente
Esperava paciente, a minha volta acontecer.
Eis-me, humilde a comtemplar tua beleza nata
Costumes solitários que o teu povo conservou
Absorventes a tecnologia, mas conservastes quase intacta
A previlegiada Terra que Deus te presenciou.
As 165 baladas da Matriz
Lembraram dia e noite o teu acontecer
Conserve, meu Pequeno Céu, o teu verde matiz
Faze-o sempre e mais crescer e florescer.
O progresso lhe toma temporariamente alguns filhos
Que partam em busca de um verde dolarizado
Mas sei, esperas constantes, como ao trem aguardam os trilhos
Que são por algum tempo, deixando de lado.
Tu como os trilhos não mudará jamais
Sois um Céu Pequeno e serás sempre assim
O tmpo por certo, escreverá em seus anais
Como é doce viver Tarumirim.
(Autor: Waltair de Souza)
Parabéns
Tarumirm pelos 72 anos completados no dia 31 de Janeiro de 2010.
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